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 Canteiro de Ideias
DE FATO, RACIOCINAMOS?

Pensador Rodin

    Pensador Rodin

INTRODUÇÃO:

Pensamos de verdade? Ou, nossos pensamentos ocorrem independentes de nossa vontade, quase que por si sós? 

Essa dificuldade de raciocinar, de analisar fatos, ideias, conceitos, acontecimentos etc., seria uma das razões de nossa tendência de seguir a corrente, a onda, a massa, a maré? 

Se de fato pensássemos, se raciocinássemos, aceitaríamos (absorvendo com tanta facilidade) muitas das teorias, ideias etc., ou, conceitos esdrúxulos, existentes por aí?   

O que diferencia um pensamento ativo (com a participação de nossa vontade, de nossa atenção, de nosso campo consciente), de um pensamento passivo (onde não nos damos conta dele, ou que entra de um lado e sai do outro - como se diz -, sem deixar maiores vestígios)?  E quais as consequências de tudo isto? 

 

DECLARAÇÃO SENSATA:

A seguir nos atrevemos a responder estas questões, no entanto, declaramos não termos a pretensão de darmos uma resposta finalística, acabada, pronta!, mas, sim, gostaríamos de, pelo menos, chamar a atenção para esta realidade e para que nossos leitores se atentassem (viessem a refletir, mesmo que por pouco) sobre esta não muito aparente realidade. 

 

ALZHEIMER:

Agora entendo porque o mal de Alzheimer está, cada vez mais, de moda. Simples, é porque as pessoas se negam, igualmente, cada vez mais, a pensarem por si mesmas, a pôr o próprio cérebro para trabalhar. E já se sabe, de há muito, que "qualquer coisa" que não movimenta, não se exercita, não trabalha etc., enferruja, emperra, danifica-se. A mesmíssima coisa, acontece com o nosso corpo: Qualquer uma de suas partes que não seja exercitada, atrofia-se!

 

PENSAR:

Por isto, o Alzheimer e outras doenças semelhantes estão aí. Simplesmente por falta de exercício mental. Por mais nos pareça pouco crível, é uma realidade que podemos constatar se nos dermos ao trabalho. Mas, por que não gostamos de pensar? E, quando digo pensar, é no sentido de uma elaboração ativa de ideias, de raciocínio, em poucas palavras, de um pensar ativo; e não no sentido de ficar imaginando coisas, divagando, sonhando, ou, vamos dizer, de um pensamento passivo, isto é, resultante apenas da simples existência em nós da onda mental, à qual chamamos de pensamento. E, diga-se de passagem, esta onda, em nós humanos, é contínua, ininterrupta!

 

MENTE:

Fazendo uma analogia, a nossa mente é qual um instrumento de cordas e a onda mental, propriamente, as cordas deste instrumento. Quando as cordas são tangidas, o instrumento reproduz um determinado som: O pensamento, ou um outro de seus múltiplos processos!  No entanto, o som é resultante da vibração das cordas que o instrumento amplifica, direciona, controla etc. Assim, os nossos pensamentos - de per si - são ondas mentais.

 

PENSAMENTOS:

Quando as cordas, são tangidas de fora para dentro, na maioria das vezes, a resultante é um pensamento passivo. Ou seja, o indivíduo não terá aí (nesse contexto) um papel ativo. Podemos dizer, concretamente, que sua mente funciona por si só!  Como exemplos de pensamentos passivos, podemos citar a imaginação fortuita, o devaneio, a fantasia, o sonho etc. Ou seja, tudo aquilo que acontece ou ocorre - em nossa mentalidade - sem nossa participação ativa. Por isso disse: imaginação fortuita, diferindo esta da imaginação criativa, porque esta última exige uma participação atuante do sujeito, além de outras propriedades ativas da mente.

 

COMODISMO: 

Mas, por que não "gostamos" de pensar?  Não sei responder, com exatidão. No entanto, observando os indivíduos notamos uma forte tendência ao comodismo, em seguir a lei do menor esforço, a uma busca pela evitação do trabalho, enfim, de tudo que vá contra à inércia. Esse mesmo movimento nos leva a fugir de conflitos, à evitar os atritos, nos projetando na mesma bifurcação do comodismo. Então, por estas e outras, adotamos (assimilando passivamente) os papeis culturais e sociológicos do meio no qual nascemos, somos criados e vivemos.

 

ACEITAÇÃO TÁCITA:

Por todas estas razões, vamos "aceitando" tudo que nos é ensinado, que aprendemos, observamos e etc., tais como esponjas, mas, sem passarmos todo esse material pelo crivo de uma mentalização ativa. Mentalização no sentido de operação mental, de raciocinar, argumentar, analisar, classificar, pensar ativamente, relacionar, avaliar etc.... Porém, esse processo de aceitação passiva, até um certo ponto, é natural e normal.

 

A INFÂNCIA:

Nesse pequeno período, esse processo é natural, porque, a criança - em termos de personalidade em formação - não detém todas as funções de sua mente operando no modo ativo, se assim pudermos definir. Isto é, na criança as operações mentais estão a nível de espírito, portanto, os resultados (elaborações) desses processos não alcançam o consciente da personalidade. A criança até compreende e entende, mas não consegue devolver o resultado do processamento (rsrs), por ter sido efetuado a nível de espírito. Uma das consequências dessa situação: A criança aceita tudo como certo, como verdade incontestável. Sem oposição, sem questionamentos...

 

MOVIMENTO INERCIAL:

Entretanto, mais ou menos, a partir dos sete anos, quando sua mente já detém funções mais elaboradas, período esse em que o funcionamento ativo da mente deveria começar a desabrochar, na persona em crescimento, a criança pode já se encontrar em avançado processo de estabilização (cristalização) no comodismo mental. Uma das razões, deve-se à falta de incentivo, e mesmo ao sufocamento, por parte de nossos pais e tutores, em usarmos nossos cérebros. Criança não deve se preocupar, dizem alguns. Já notaram que a maioria das brincadeiras e brinquedos infantis não ajudam no exercício do raciocínio, da reflexão, da análise e etc?

 

CONTEXTO:

Com isto, a partir daí, tendo a mente em franco acomodamento inercial em seus processos, todo o material recebido ou que se recebe continuará não sofrendo nenhuma análise, nenhuma crítica, nenhum questionamento etc. de nossa parte. E, por mais estranho que possa parecer, aprendemos, ou melhor, somos educados, tanto em casa quanto nas faixas primárias e secundárias da educação escolar, de que agir assim é o adequado, e é até mesmo o desejável. Ou seja, devemos aprender, arquivar as informações na memória, mas, não podemos e não devemos questionar, indagar etc. (Deve ser para não dar ou trazer mais trabalho aos pais e/ou educadores.) Lembro de minha infância, quando vi pela primeira vez o mapa mundi e fui falar ou perguntar, já não recordo com exatidão, pra professora, que o Brasil foi "colado" na Africa, levei a maior bronca. Hoje, se sabe que tal fato realmente se deu!

 

CONSEQUÊNCIAS:

Essa educação dogmática, ou seja, na qual a criança (o ser) não pode questionar e nem contra-argumentar e etc., nos leva a não aprendermos a pensar, a raciocinar, a fazermos questionamentos... Por isto temos a tendência de "funcionarmos" dentro do instinto de rebanho, como componentes da massa. Aí está uma das razões do porque apenas pequeníssima porcentagem de indivíduos despontam de seu meio, divergindo (destoando, discrepando, diferindo) deste ou em relação a este. Essa ocorrência se dá, até mesmo, em razão de e por sermos educados pelos acomodados, pelos que buscam o estado de inércia, enfim, pelos adormecidos.

 

APRENDIZAGEM PASSIVA:

Em consequência, não apenas vivendo nesse contexto, mas fazendo parte de todo esse processo, acabamos desenvolvendo o hábito de simplesmente absolvermos o que aprendemos, em todos os terrenos, sejam eles religiosos, sociais... numa palavra: sociocultural. Apenas e quando entramos em cursos de graduação (conhecido, antigamente, como Curso Superior) é que vamos ter noções ou aprender, um pouco, a pensar e a questionarmos nossas crenças, a não aceitarmos nada passivamente. (O problema, principalmente, nos países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, é que essa possibilidade, de se fazer um Curso Superior, se restringe a bem poucos.) Daí, ser os estudantes os que mais fazem protestos. Vide, por exemplo, um pouco da retratação de todos estes conceitos no filme "Sociedade dos Poetas Mortos".

 

QUEBRANDO O PADRÃO:

Deveríamos crescer aprendendo a pensar, isto é, deveríamos receber incentivo e direcionamento no uso de todas as nossas faculdades mentais (as conhecidas hoje, pois existem faculdades - "poderes, dom, percepções" - que o nosso nível evolutivo não permite acesso). Portanto, nossos pais e educadores deveriam nos ensinar a questionar e a analisar não só nossas crenças, mas tudo que absorvemos (estamos aprendendo). Ou seja, deveríamos refletir (pensamento ativo), ponderar sobre o que nos é ensinado e etc., inclusive e principalmente, por eles mesmos. No entanto, isso não acontece assim. Antes, muito pelo contrário! Depois, no futuro, quando já adultos, mantemos o mesmo padrão. Resultado, sair desse comodismo, quebrar essa tendência à inércia (ou seja, puramente de absorção passiva), demandará muito mais esforços, mais boa vontade, mais disposição de nossa parte e/ou desejo de sair do lugar comum.

 

FORÇAS CONTRÁRIAS:

Ironicamente, como se já fosse muito fácil, essa busca, esse posicionamento ao questionamento, à argumentação, à contraposição etc., não é muito bem vista por uma boa maioria. E, a partir deste contexto, assumimos (elegemos) a postura de passividade como a certa, como assentada e como a melhor. Então, daqui pra frente, aí daqueles que tentam nos tirar de nossa gostosa inércia, de nosso sono. Daqueles que acionam nossas consciências! Aí deles, pois terão de se haver com as nossas vibrações de raiva, de desapontamento, de insatisfação e/ou de tantas outras. Isto, quando não sofrem, pura e simplesmente, a reação da violência; um exemplo é Jesus, Ele foi um dos que sofreram na pele as consequências deste contexto!

 

RESULTADO FINAL:

Assim, na Vida, iremos encontrar os acomodados, aqueles satisfeitos com sua posição, lutando ferrenhamente para mantê-la (mesmo significando isto ir contra a corrente do Universo, mas, isto pouco importa para eles, desde que seu Status Quo seja mantido, e, por mais incrível possa parecer, a ideia mais utilizada, para alcançarem seus desideratos, é a de Deus ou a ideia religiosa); então, conforme dizíamos, lutam pelo estado comum (parece que o novo sempre nos assustam, temos uma resistência natural a ele), pelejando pela manutenção de suas ideias, de suas crenças, de seus conceitos, modo de ver, pensar etc.

 

CONTRAPOSIÇÃO:

No outro lado desta moeda, deparamo-nos, apesar de serem em menor número (por enquanto, pois que estão em patente aumento), com os que estão pugnando, se esforçando, no exercício de seu direito e dever inato, como ser, como espíritos criados que são, e destinados à evolução, ou seja, lutando e se esforçando continuamente para pensar, para raciocinar, para analisar, avaliar tudo aquilo que recebem, veem, ouvem, aprendem, observam etc.. Estes são os Einsteins da vida, são aqueles que avançam intimoratos em sua jornada rumo à perfeição, ao crescimento pessoal, individual, à maturidade, aprimorando, cada vez mais, seu bom-senso, afinando mais e mais sua razão e todos os demais processos (atributos) mentais existentes em seu ser.

 

CONCLUINDO:

No andar da carruagem, a existência de um confronto entre estes dois lados, se torna normal, até natural. No entanto, há que se observar, os indivíduos maduros, em franco processo de crescimento pessoal, espiritual, psicológico e etc. não se atém e não são paralisados pelas tentativas dos acomodados de manterem seu padrão, seu status, de funcionamento da "vida". Eles sofrem esse entrechoque, é certo, e, às vezes, são alvo de perseguições de todos os tipos; com isto, alguns retrocedem, retornando ao Status Quo, por motivos e razões várias, entretanto, outros, não se desanimam e apesar de tudo e com tudo seguem em frente!

 

HOMENS DO FUTURO:

Os homens, mulheres e jovens do lado ativo, isto é, os que buscam pôr seus cérebros para funcionarem, para trabalhar, são os "homens" do futuro, ou seja, o homem do amanhã. Ou, nas palavras de Jesus: Os Filhos do Homem! Quanto aos demais, aqueloutros, tenderão ao desaparecimento de por sobre nossa Terra (que caminha célere rumo a um nível maior de aperfeiçoamento de todos os potenciais que guarda e detém), assim, os acomodados estão destinados a outras plagas, mais compatíveis com seus desejos e aspirações.

 

TRABALHO INCESSANTE:

Quando dizemos isto, e, assevero com total segurança, não estamos sós, pelo menos, neste quesito, os acomodados riem e, alguns, chegam a fazerem galhofas. Tudo bem! Aguardemos, com calma e serenidade, o desenrolar dos acontecimentos. No entanto, não deveríamos esperar para fazermos alguma coisa, pois basta pensar: Qual é a tendência do Universo? Seria à inércia? À acomodação? Disse-nos Jesus, demonstrando o labor contínuo e incessante de Deus: "Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também" (Jo. 5:17). Então, qual o rumo consideras melhor? mais exato? Diante disto, ora pois, estás esperando o quê?

 

 

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